Delação de Palocci, faz PF Cumprir Mandatos Contra Corrupção

Delação de Palocci

Na manhã nesta quinta (7), foi deflagrado pelo Ministério Público Federal e Polícia Federal, a Operação Appius, com o objetivo de investigar supostas propinas que foram pagas a agentes públicos pela empreiteira Camargo Corrêa a agentes objetivando a suspensão e anulação da Operação Castelo de Areia. O mandato é para apurar corrupção ativa e passiva, ocultação de ativos e lavagem.

Agentes de PF efetuaram buscam  em um escritório da rua Tabapuã, no Itaim Bibi, em São Paulo; outros agentes efetuaram busca e apreensão também em São Paulo e Fortaleza. Os mandatos foram expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo.

Veja também:

 

Repasses da Empreiteira Camargo Correa

Foi através da delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci, que a investigação e mandatos tiveram como base. A investigação também possui o objetivo de suspender e anular a Operação Castelo de Areia.

A decisão foi tomada pelo ministro Edson Fachin e redistribuiu as investigações com base na delação de Palocci; resumindo os relatos do ex-ministro dos governos Lula e Dilma. Com as investigações foram obtidos documentos que indicavam repasses da empreiteira Camargo Correa para políticos e assim obter contratos públicos.

Com base no argumento de que no início do inquérito a foi denúncia anônima, o Superior Tribunal de Justiça arquivou o caso. Durante a delação, Palocci apontou “o pagamento indevido de R$ 50 milhões, por parte do Grupo Camargo Corrêa, às campanhas do PT no pleito do ano de 2010 e para o qual concorrera a ex-presidente Dilma Rousseff, com objetivo de obter auxílio do Governo Federal na anulação da Operação Castelo de Areia junto ao Superior Tribunal de Justiça”.

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