Bolsonaro Vai Defender Na ONU Soberania e Imagem do Brasil

Bolsonaro Vai Defender Na ONU
Foto: Mateus Bonomi/Agif/Estadão Conteúdo

Nesta segunda-feira (23) o presidente Jair Bolsonaro deve chegar em Nova York para participar da Assembleia Geral das Nações Unidas; combater as críticas internacional referente as queimadas na Amazônia reafirmando o direito do Brasil de desenvolver a floresta e defender a soberania nacional.

Na terça-feira o presidente Assembleia Geral das Nações Unidas para defender os interesses do Brasil e sua soberania se opondo as críticas internacionais, principalmente com relação a Amazônia; consideradas injustas, uma vez que o desmatamento e as queimadas não correspondem aos números informados pela mídia e por políticos europeus como o presidente da França Emmanuel Macron.

“O furor internacional (incluindo as notícias sobre as queimadas na Amazônia) serviu para Macron nos atacar”; disse o presidente Bolsonaro, nesta sexta-feira.

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“Ninguém vai brigar com ninguém lá”

“A ONU pode ser uma grande oportunidade para o Brasil se apresentar e esclarecer as linhas da sua política externa e compromisso sobre temas que preocupam e são sensíveis para a comunidade internacional; como é o caso do meio ambiente”, afirmou Sergio Amaral, embaixador do Brasil em Washington até o início deste ano.

O presidente Bolsonaro disse em redes sociais nesta quinta-feira: “Estou me preparando para um discurso bastante objetivo. Ninguém vai brigar com ninguém lá”. “Tá na cara que eu vou ser cobrado, porque alguns países me atacam, de uma maneira bastante virulenta, dizem que eu sou o responsável pelas queimadas aí pelo Brasil. Nós sabemos, pelos dados oficiais, que queimada tem todo o ano, infelizmente. Quer que faça o quê?”, concluiu.

Os Governos Anteriores Falharam

O governo informa que as reclamações internacionais são desproporcionais e estão muito além da realidade dos danos provocados à natureza. Segundo o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, existe grupos de brasileiros que utilizam estes acontecimentos para atacar o governo. “Isso foi orquestrado por grupos brasileiros que são sistematicamente contra o governo”; “Eles querem usar qualquer ferramenta à sua disposição para atacar o governo; mesmo que isso prejudique o país.”, disse o ministro.

Já o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse que os governos anteriores falharam com 20 milhões de pessoas que vivem na região amazônica; e também disse: “Este é o primeiro governo que se envolve em uma discussão séria sobre como desenvolver a Amazônia. Os piores indicadores de desenvolvimento humano no Brasil estão na Amazônia e 20 milhões de pessoas moram lá.” Nestes últimos dias Salles está em Nova York, informando a mídia internacional sobre as políticas ambientais do governo.

Jogo de Interesses

O ministro da Segurança Institucional, general Augusto Heleno e das Relações Exteriores, Ernesto Araújo e Eduardo Bolsonaro, filho do presidente; estão ajudando Jair Bolsonaro a redigir seu discurso que será lido na ONU terça-feira.

É certo que a preocupação principalmente de alguns líderes europeus como o Sr. Emmanuel Macron; não se limita a preservação da floresta Amazônica, mas também envolve o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia. O Brasil é uma potencia mundial no setor agropecuário, e isto incomoda alguns políticos europeus; pois o Brasil participando diretamente no livre comércio entre Mercosul e União Europeia, será um concorrente de peso para as nações europeias.

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