A Farsa Sobre o Aquecimento Global

Farsa Sobre o Aquecimento Global
Foto: Wikipédia

Em 1874 foi escrita uma carta ao editor do The Kansas City Times, e publicada em fevereiro do mesmo ano. Esta carta representa uma das primeiras especulações públicas sobre a iminente mudança climática apocalíptica. Também foi proposto naquela carta um período de 12 anos para fazer algo a respeito com o intuito de se evitar grandes mudanças globais.

A carta foi assinada por J.B. Legendre, e ele afirmava que o astrônomo italiano Giovanni Donati, que havia morrido alguns meses antes em dezembro de 1873; descobriu que os cabos telegráficos transatlânticos, o primeiro dos quais foi colocado em 1858, estavam exercendo uma força eletromagnética. Segundo o astrônomo italiano, esta força estava tirando a Terra de sua órbita usual e enviando-a para o sol. Como resultado, em 1886 a Europa seria uma zona tropical. Pouco tempo depois, o planeta inteiro seria inabitável e logo depois seria vaporizado quando caísse no sol.

Solução – Cortar os Cabos

As autoridades do governo italiano ignoraram os avisos urgentes de Donati sobre o cataclismo que estava por vir, porque estavam mais preocupados com as guerras da época. Desesperado, o astrônomo montou uma expedição para cortar um dos cabos. Esta vitória foi temporária, pois assim que o cabo foi reparado; Giovanni acreditava todos novamente seriam enviados em uma trajetória em direção ao sol. Em resumo, nossa necessidade de comunicação em alta velocidade havia nos condenado a todos. Donati logo morreu devido a uma combinação de desespero e medo.

Moral da história, as teorias científicas, as pesquisas, os dados coletados; dentre outros fatores devem ser levados a sério e com cautelas, principalmente no que diz respeito a fenômenos globais. Vamos tomar como exemplo o já bastante debatido e polêmico aquecimento global.
 
Veja também:

A Ciência Está Estabelecida?

Se você acompanha as notícias sobre o assunto do aquecimento global, então provavelmente você obteve informações de fontes aparentemente confiáveis da mídia, bem como de importantes e responsáveis políticos; declarando que a relação causal entre as emissões humanas de CO2 e as crescentes temperaturas globais é definitiva. Isto pode levar você ou qualquer outra pessoa a crer que “a ciência está estabelecida”; e ainda que aumentos iminentes de temperatura nas próximas décadas ou várias décadas são uma “crise existencial” que deve ser tratada imediatamente através da transformação completa de nossa economia, estilo de vida, entre outros, a um custo enorme.

As evidências da mudança climática e suas origens na atividade industrial humana convenceram a grande maioria dos cientistas do mundo e são aceitas em relatórios de equipes nacionais e internacionais de pesquisa. No entanto um grupo considerável de cientistas do Brasil como prof Luiz Carlos Molion e climatologista e professor da USP com doutorado em Antártida Ricardo Felício e de outros países; discordam completamente das causas e efeitos sobre o aquecimento global.

Falhas na Coleta de Evidências

Eles apontam falhas na coleta de evidências do IPCC afetando, por exemplo; as taxas previstas de derretimento das geleiras do Himalaia e o ritmo de declínio das florestas amazônicas. Esse exame minucioso das evidências é da natureza da ciência e, dado o que está em jogo, um fluxo constante de desafios e debates parece certo; assim é o destino de todas as previsões a serem ajustadas. Além disso, os custos de redução das emissões de carbono trouxeram resistência e muita desinformação a muitos interesses poderosos.

Um dos carros chefes do aquecimento global vem do efeito estufa, que por sua vez vem das emissões de CO2; mas estes cientistas que discordam; afirmam categoricamente que o CO2 não produz efeito estufa, uma vez que a molécula do mesmo não possui a capacidade de absorver a radiação infravermelha emitida pela terra; por uma questão de incompatibilidade de frequências.

Algumas Declarações

Outro cientista que discorda é Anastasios Tsonis, prof. da Universidade de Wisconsin, estados Unidos; segundo ele e o professor Luiz Carlos Molion; estamos em fase de esfriamento. Anastasios disse: “Nós já entramos na via do esfriamento, que eu acredito continuará durante os próximos 15 anos, pelo menos. Não há dúvida alguma que o aquecimento dos anos 80 e 90 parou. O IPCC defende que segundo seus modelos podemos esperar uma pausa de 15 anos. Mas isso significa que dentro de poucos anos, eles estarão admitindo que erraram”.

James Ephraim Lovelock é um pesquisador independente e ambientalista que vive na Cornualha (oeste da Inglaterra), em 2012 ele afirmou: “O problema é que nós não sabemos o que o clima está fazendo. Há 20 anos nós achávamos que sabíamos. Isso nos levou a alguns livros alarmistas – o meu incluído – porque parecia muito claro, mas não aconteceu”.

“As Proclamações dos Fanáticos”

Prof. Claude Allègre; ex-ministro de Educação, Pesquisa e Tecnologia da França: “as proclamações dos fanáticos dos gases estufa consistem em denunciar a parte do homem no clima sem fazer nada, salvo organizar conferências e preparar protocolos que viram letra morta”.

Dr. Philip Lloyd, físico nuclear sul-africano, co-coordenador do IPCC: “O volume de CO2 que nós produzimos é insignificante em termos de circulação natural entre ar, água e solo… Estou preparando um circunstanciado estudo sobre os relatórios do IPCC e dos Sumários para Responsáveis Políticos, identificando o modo pelo qual esses Sumários distorceram a ciência.”

“Estabilidade das Temperaturas”

Geólogo Friedrich-Karl Ewert, Convenção da ONU sobre mudança climática, 07.09.10, Bonn: “O serviço de climatologia alemão possui medições que remontam até 1701. Neles leem-se quase as mesmas tendências para o arrefecimento ou para o aquecimento. Do ponto de vista da temperatura global a mudança é tão pequena que pode melhor ser descrita como estabilidade das temperaturas.Contrariamente aos cenários dos modelos computacionais o CO2 antropogênico é vazio de significados porque sua influência não é reconhecível.”

John Zyrkowski, presidente de Lean Techniques, LLC; escreveu o livro “É o sol e não seu 4×4. O CO2 não vai destruir a terra”, defendendo que os relatórios do IPCC estão irremediavelmente distorcidos.

Roger Pielke Jr, prof. de Meio Ambiente da Universidade de Colorado-Boulder, sobre climas extremos de 2010: “nas questões relativas aos eventos climáticos extremos e a mudança climática, a ciência do IPCC tem um nível similar às interpretações de Nostradamus e dos calendários Maias”.

São Ciclos ou Períodos

Apesar de ser confrontado com evidências em contrário; o IPCC ainda tem como um de seus principais princípios que o gelo do Ártico vai desaparecer. Os historiadores do clima descobriram evidências sobre um derretimento maciço de gelo nas décadas de 1920 e 1930, após o que houve períodos de intensos congelamentos. Mas, o IPCC parece contente em ignorar essas evidências.

A propagação contínua da calota de gelo do Ártico a uma taxa tão tremenda parece indicar que a contribuição que os seres humanos deram ao aquecimento global, embora não seja benéfica para o meio ambiente, não é tão crucial para o clima da Terra quanto a natureza da repetição dos ciclos oceânicos.

Provavelmente muito ainda será discutido sobre estes temas polêmicos, mas tudo indica que os fenômenos de aquecimento ou de arrefecimento são ciclos periódicos e a influência humana nestes são mínimas, pra não dizer nulas.

4 Trackbacks / Pingbacks

  1. Presidente é Chamado de "Bozonaro" por Jornalista da Globo
  2. A Invasão da Área 51 Está Oficialmente Cancelada - Falar Sobre
  3. Ativista do Clima Greta Thunberg Fala na ONU e Trump Ironiza
  4. 10 Descobertas Arqueológicas Misteriosas Que Não Foram Bem Explicadas

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*